Valdeck Almeida de Jesus
O poeta da verdade!
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17/06/2008 09h34
Poesia é minha vida!
O sonho é o último limite da vida. 
Após ele, existe o vazio...

Valdeck Almeida de Jesus

Publicado por Valdeck Almeida de Jesus em 17/06/2008 às 09h34
 
29/01/2008 11h36
Festa e alegria...
Dia 27 de janeiro de 2007 fui a Monte Gordo, um distrito de Camaçari, no litoral norte da Bahia. Fica a 50 e poucos quilômetros de Salvador. Levei meu cunhado, minha irmã, dois sobrinhos e meu filho Jr.
 
Planejei pegar um bronze na praia de Guarajuba, uma das mais badaladas daquelas bandas...

Chegando à casa de minha amiga me sentei no sofá, depois umas voltas pelo enorme quintal, continuei lendo o livro "A insustentável leveza do ser", de Milan Kundera e pensei: "é melhor ficar aqui, vendo o tempo passar, descansando". Os meninos já estavam enturmado com a neta de minha amiga e me bateu aquele cansaço... 

Sabe quando você se esforça a semana inteira, numa luta frenética, do computador para o carro, do cinema para o jornal, da internet para a TV, sai, anda, sobe, lê, etc... e tal? Eu estava esgotado e não sentia o peso nas costas... Precisou um lugar tranquilo para que eu percebesse que estava muito cansado.
 
Passei o dia i n t e i r o sem fazer nada a adorei... A gente precisa de um descanso, nem que seja de vez em quando. Não somos máquinas, homens (seres de carne e osso) é que somos, parafraseando Charles Chaplin.

Por isso estou re-re-refazendo meus conceitos... Agora vou tirar sempre um tempo para não fazer nada, nem PENSAR, nem PLANEJAR, nem NADA. A alma precisa, o corpo pede...

E este é o conselho que te dou: Cuide de você... Lembra que falamos sobre tirar férias para TRABALHAR? Tire uma semana, uma tarde, qualquer tempo serve, mas fique consigo mesma, sem fazer nada, DESCANSANDO... Quero ouvir o que você sentiu no descanso...


Publicado por Valdeck Almeida de Jesus em 29/01/2008 às 11h36
 
13/11/2007 22h54
Meus vídeos

Tem alguns vídeos que eu gostaria de dividir com você. Por favor, sempre mande um comentário quando possível...
Um forte abraço.
Valdeck

Links:

Bienal do Livro da Bahia, TV Aratu, Valdeck Almeida de Jesus, escritor baiano, entrevista.
http://www.youtube.com/watch?v=3xMyYQ_Jksc

Entrevista para TVE da Bahia.
http://www.youtube.com/watch?v=40GniNG_12U

Escritor baiano fala de cultura, literatura e arte. 
http://www.youtube.com/watch?v=4SJNsf0geNk


Publicado por Valdeck Almeida de Jesus em 13/11/2007 às 22h54
 
29/10/2007 11h32
Trem suburbano - Salvador/Ba
Eu dou graças a Deus por morar perto do trabalho e não precisar do transporte público de Salvador, que é, em minha opinião, um dos piores do Brasil.
Conheço outras cidades como Porto Alegre, Curitiba, Rio de Janeiro, São Paulo, Madri, Nova York e Havana.
O transporte por ônibus em Salvador é uma tragédia: ônibus velhos, desconfortáveis, tarifa muito alta. Pior que o sistema de transporte de Salvador, apenas o de Havana (Cuba).
Falando sobre o trem. Que trem? Aquela carroça, uma verdadeira geringonça que circula da Calçada a Paripe? Alguém ousa chamar um monte de ferro velho de trem?
Já usei algumas vezes, por curiosidade, não por necessidade.
 
A população de baixa renda da suburbana não tem alternativa. Ou vai de trem ou paga quatro vezes mais no ônibus.
Quem viaja de trem em Salvador está sujeito a tomar pedrada dos moradores do entorno das linhas férreas... Mesmo com o serviço de segurança nas estações, ainda ocorrem abusos de vendedores, assaltantes e outros inconvenientes.
Mesmo depois de ter sido municipalizado o serviço e de ter havido uma reforma nas estações e no sistema ferroviário há muito por fazer.
 
Sugiro que retire as sucatas que ainda funcionam e jogue no lixo, refaça toda a linha férrea, adaptando a bitola ao sistema do metrô, compre novos trens, que as estações sejam modernizadas com catracas eletrônicas (as mesmas que serão usadas no metrô) e se faça uma readaptação no pessoal que presta serviço. Mesmo assim, muita coisa ainda não vai funcionar como deveria.
 

Publicado por Valdeck Almeida de Jesus em 29/10/2007 às 11h32
 
16/10/2007 11h09
Livros, livros, livros
Participei do III Corredor Literário da Paulista, evento realizado de 01 a 14 de outubro de 2007 na Avenida Paulista, em São Paulo.

Expus meus livros no saguão do prédio da FIESP, de 09 a 14.10 e tive a alegria de conhecer vários escritores (foto Pedro Bandeira), vários jornalistas, vendedores de livros, leitores etc.

Foi uma experiência valiosa para mim que sou um iniciante. Fiquei hospedado na casa de meus irmãos no Jardim dos Reis, após o Jardim Ângela. No percurso eu gastava de três a quatro horas no trânsito, apertado entre centenas de outros passageiros, pulando de um ônibus e pegando outro, fazendo integração nos terminais Santo Amaro, Guarapiranga e Jardim Ângela.

Enquanto escritores de renome chegavam e se digiriam ao Café Literário para palestrar, eu carregava caixas de livros rua acima e rua abaixo, do subúrbio até o centro da cidade; ficava vendendo e demonstrando os exemplares na mesa de exposição e dialogava diretamente com o público. Além disso, fazia panfletagem e abordagem de jornalistas e leitores em geral com a finalidade de divulgar ainda mais o meu trabalho.

O saguão do prédio parecia um oásis no meio do caos urbano. Ali não se ouvia o barulho incessante dos motores dos veículos que trafegavam pela Paulista, não se sentia o ar poluído da cidade. O que se respirava naquele espaço era cultura, manifestações populares e recitais de poesia. 

O burburinho da cidade parecia não existir da porta para dentro. A feira de livro transportava as pessoas para um outro mundo, em que o ritmo era o da palavra, do olho no olho, do aperto de mão - coisa típica de uma cidade pequena. A arte não tem pressa, a literatura tem seu próprio movimento, lento, devagar, mas constante, invadindo a alma das pessoas e tornando a vida mais suave.

Foi nesse mundo de alguns metros quadrados que me encantei ainda mais com Sampa, tão cheia de facetas, cantos e recantos que fascinam tanto o forasteiro quanto o paulista. Na feira do livro o norte, o nordeste, o sul, o sudeste e o centro-oeste se encontravam e se misturavam numa promiscuidade mágica, em que ninguém tinha pátria nem língua nem história. Ali se construía tudo a partir de letras soltas pela praça, a partir de frases soltas e escapulidas, ávidas por viver...

Foi minha impressão. Talvez tenha sido a impressão de outros visitantes... Saí de Sampa com vontade de ficar e com planos de voltar.

Publicado por Valdeck Almeida de Jesus em 16/10/2007 às 11h09



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