Valdeck Almeida de Jesus
O poeta da verdade!
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Passos tortuosos
Ando por caminhos que condenei
Amo ao que repudiei
Vivo arriscando a vida
Por lugares jamais palmilhados.

Faço loucuras imperdoáveis
Sofro por ser irresponsável
Mas me arrependo de tudo
E desejaria ter jogado mais alto.

Minha imagem não merece sacrifício
Meu procedimento não me denuncia
Mas sofro por ser ignorante.

Desejaria estar numa toca
Hibernando e morrendo calado
Que enxergar e ter medo de encarar.

Jequié, 09 de janeiro de 1992, às 22:40 horas.
Valdeck Almeida de Jesus
Enviado por Valdeck Almeida de Jesus em 29/11/2010


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