Valdeck Almeida de Jesus
O poeta da verdade!
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Meu armário
Quando te abro
Vejo meu peito escancarado ao mundo:
Cartas, livros, poemas,
Tristezas e alegrias escondidas pelos cantos;
Fraquezas, grandezas, partes de mim;
Cheiro de mofo, perfume, ciúme;
Tudo o que compõe minha alma de contradições.
Me fecho e não deixo que te vejam,
Que te mexam, para não arriscar
Te tornar alvo dos menos esclarecidos
E para que não te machuquem.

UESB, 12 de junho de 1991, às 20:00 horas.
Valdeck Almeida de Jesus
Enviado por Valdeck Almeida de Jesus em 29/11/2010


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