Valdeck Almeida de Jesus
O poeta da verdade!
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Como morrerei?
Que tipo de câncer vai me comer?
Como vou apodrecer, ainda vivo?
Minha morte será trágica ou será cômica?
Ou não terei direito à morte?
Como vou delirar ou sorrir, com a ferida me engolindo?
Quando terei o prazer de ser esganado pela vida e pela morte?
Breve terei o êxtase da paralisia corpo-física, preso a uma cadeira de rodas...
Amém pra esse Deus que perverte e é pervertido, que nos prova que não somos nada!
Bah! Vida podre!

Jequié, 03 de julho de 1992, Jequié, meu quarto
Valdeck Almeida de Jesus
Enviado por Valdeck Almeida de Jesus em 16/12/2010


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