Valdeck Almeida de Jesus
O poeta da verdade!
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Prêmio Literário Valdeck Almeida de Jesus 2011 anuncia resultado
 
Os primeiros dez colocados foram: “O Porta-voz dos escravos”, em homenagem a Castro Alves (Ana Claudia de Souza de Oliveira, Curitiba-PR), “A Bahia de um certo Jorge”, falando de Jorge Amado (Zeca São Bernardo, São Bernardo dos Campos-SP), “Gregório na praça do inferno”, sobre Gregório de Matos e outros poetas (Jorge Carrano, Salvador-BA), “Memorial do Inferno”, sobre Valdeck Almeida de Jesus (Luiz Menezes de Miranda, Salvador-BA), “Doador de Flores”, sobre Wagner Américo da Silva (Josué Ramiro Ramalho, Salvador-BA), "Cajazeira, mas não da floresta", a respeito de Luiz Antonio Cajazeira Ramos (Luci Feiten, Porto Alegre-RS), “Bruno Máriston, o Frasista Poemático”, o próprio título diz tudo (Leandro de Assis, Salvador-BA), “Um companheiro de Baudelaire”, sobre Carlos Alberto Barreto (Carlos Conrado, Aracaju-SE), “Por trás de um grande homem habita um poeta”, fala sobre Rodolfo Pamplona (Carla Elísio dos Santos, Salvador-BA) e “A poesia de Valdeck Almeida de Jesus”, sobre o organizador do concurso (Dhiogo José Caetano, Uruana-GO).
 
Menção Honrosa
Foram destacados os textos: “O Desbravador de Talentos”, sobre Valdeck Almeida de Jesus (Varenka de Fátima Araújo, Salvador-BA), “Jônatas, O Romântico”, sobre o poeta Jônatas (Renata Rimet, Salvador-BA), “Um Poeta Baiano” sobre Jackson Carvalho Alves (Antonio C. Almeida, Valparaíso de Goiás-GO), “Valdeck, O Desbravador” (Calebe Lopes, Salvador-BA), “Em repúdio aos claustros - sob elegia a Junqueira Freire” (Maria Fernanda Reis Esteves, Setúbal, Portugal), “Morgana Gazel” (Carlos Souza, Salvador-BA), “Cajazeira, mas não da floresta”, a respeito de Luiz Antonio Cajazeira Ramos (Luci Feiten, Porto Alegre-RS), “A macua das histórias coloniais”, sobre Lília Maria Clara Carrière Momplé (Helga Rita Custodio Languana, Maputo, Moçambique), “O romance está morto...”, sobre Valdeck Almeida de Jesus (Zeca São Bernardo, São Bernardo dos Campos-SP) e “O filho de Itapicuru”, sobre todos os baianos (Edna das Dores de Oliveira Coimbra, Jacarepaguá-RJ).
 
O concurso foi em homenagem a escritores e escritoras da Bahia e teve mais de mil textos inscritos, muitos deles desclassificados por serem escritos em forma de frases ou poemas, quando o regulamento pedia crônicas. Tantos outros não entraram por perder o prazo final, 30 de novembro de 2011. Uma crônica de Renata Rimet sobre Carlos Souza não concorreu por este motivo, mas constará como convidada. A obra tem prefácio do jornalista Sandro Caldas, o qual foi convidado, também, para incluir duas crônicas na antologia.
 
Alguns textos foram selecionados pelo organizador e serão publicados em homenagem aos autores: Miriam de Sales (Bienais do Livro – Valem à pena?) e Leandro de Assis (Desafios do novo autor). Colaborações de Valdeck Almeida de Jesus constam no final da obra, para homenagear os poetas: Perinho Santana, Sandra Stábile, Carlos Ventura, Leo Dragone, Wagner Américo da Silva, Lucas da Hora, Vanise Vergasta, Leandro de Assis, Antonio Fagundes, Renata Rimet, Varenka de Fátima Araújo e Ivone Alves Sol.
 
Esta foi a crônica que obteve o primeiro lugar
 
O Porta-voz dos escravos
(Ana Claudia de Souza de Oliveira)
 
Mais de dois séculos e meio desde que o mundo recebeu em seu seio, um certo poeta condoreiro. Dez vezes dez em poesias de uma voz que falava por quem direitos nenhum tinha. Fruto de um tempo incoerente, onde quem podia, mandava e matava, negros, florestas, como se não fosse belo, nem semelhante. Se vivesse nesses dias, seria tido como ecologista, já que lutava pela causa dos que eram vistos e tratados como bestiais, inumanos: os escravos no Brasil.
 
Castro, com suas rimas cáusticas, seus versos crassos, como se amargasse, ainda que branco, os horrores de tantos tumbeiros, as dores de todos os troncos, os golpes de todos os açoites, a humanidade em desencanto.  Em seu estilo incomparável, ele decupava as mazelas da história, cravando com sua pena, a palavra “abolição” ainda tão presa na garganta. Entalhava versos como vaticínios, tal qual as Moiras gregas, prevendo o que tantos ansiavam e muitos temiam, toda forma de liberdade, após séculos de tirania.

Nomeado por Coelho Neto, de O Titã, ninguém soube em seu tempo com tamanha maestria, trazer à tona, com a mesma exaltação, o som das florestas e canto das senzalas, o trinar dos pássaros e o réquiem das correntes, de quem junto ao braseiro, entoa o pranto, de quem sonha em ser livre para voar e quem se prende por amor. Aquele que luta, bravio, como poucos, contra a indiferença, que sofre a eterna fome de justiça, de brasilidade, de amor, de púbere poesia. Aquele que entende que mesmo com a morte, há vida. Pois o grande poeta é o que sempre busca uma saída ainda que não a alcance com o olhar.
 
Nele e sobretudo, neles, seus cânticos de guerra, seus presságios de glória, para os “Filhos do Novo Mundo”, suas sentenças capitais para o amor, nunca antes, em tantos versos, um povo foi tão Brasil e a dor, a terra, a poesia, tão brasileiras.
 
Ana Claudia de Souza de Oliveira é natural de Nanuque-MG. Escritora, poeta e jornalista, não tem ainda nenhum livro publicado, mas já teve alguns trabalhos publicados em antologias de poesias. Pós-graduada pela ECA/USP em Gestão em Comunicação Organizacional, tem um livro em perspectiva, pretende terminá-lo em 2012.
 
Todos os demais selecionados, em ordem alfabética:
 
Cadeira Preguiçosa
(Adriana Quezado)
 
Abandono e axiomas
(Adriana Vargas de Aguiar)
 
Nossa fome
(Adriano Moreira)
 
O amor é para todos
(Alan Dayniel Soares)
 
Dois dias
(Alessandro Guiniki Barbosa)
                           
A psicologia das buchas e dos barris
(Aline Vitória)
 
Namorados distraídos
(Alzira Negri Costa)
 
Palavras a Paulo Leminski
(Amélia Luz)
 
O Porta-voz dos escravos
(Ana Claudia de Souza de Oliveira)
 
Crônicas para não morrer de saudade
(Ana Paula Gabatteli Vieira)
 
O tempo
(Ana Paula Gabatteli Vieira)
 
Quantas margens tem um rio?
(Ana Paula Gabatteli Vieira)
 
Esta língua portuguesa
(Anna Maria Avelino Ayres)
 
Crônica do quarto
(André Foltran)
 
Jeondeungsa
(André Kondo)
 
O Brasil tem jeito?
(André Mendes)
 
Judeus e Muçulmanos
(Anthony Mohammad)
 
O Poder das entranhas femininas
(Antonio Alberto de Oliveira Peixoto)
 
Um Poeta Baiano
(Antonio C. Almeida)
 
Onde vai com tanta pressa?
(Antonio Fernando Almeida Curti)
 
O maior crime contra o planeta e a humanidade de todos os Séculos! Bombardeio Nuclear
(Antônio Lourenço de Andrade Filho)
 
Podas
(Arai Terezinha Borges dos Santos)
 
Eu aceito...
(Arthur S. Martins)
 
Sobre a arte de escrever
(Atalana Botelho Corrêa Pinto)
 
Água. Você a despreza?
(Bárbara Santos de Paula)
 
Montevideo
(Bruno Moura)
 
Valdeck, O Desbravador
(Calebe Lopes)
 
A alma de um poeta contemporâneo
(Carla Elísio dos Santos)
 
Por trás de um grande homem habita um poeta
(Carla Elísio dos Santos)
 
A consciência é negra?
(Carlos Almeida de Jesus)
 
Saberes, sabores e gostos
(Carlos Almeida de Jesus)
 
Um companheiro de Baudelaire
(Carlos Conrado)
 
Houve época...
(Carlos de Carvalho)
 
O tônico
(Carlos Donisete de Oliveira)
Morgana Gazel (Carlos Souza)
  Tempos de janeiro, dias de São Sebastião (Cássia Maria Carvalho dos Santos)
 
O Voo Rasgado
(Charlie de Freitas Rayné)
 
O apocalipse
(Clarissa Damasceno Melo)

Oráculos da Bahia
(Claudio Alves Vaccarezza Neto)
 
O vento empurra o tempo
(Cláudio de Almeida Hermínio)
 
Ah, era tão bom!
(Clélia Camargo Cardoso)
 
Fala escritor Leandro
(Cristiano Sousa)
 
Uma estrela chamada Zezão
(Dagoberto Domingos Teodoro)
 
Mulher afegã
(Daniel Gruber)
 
Vocação e obediência, capacitação e felicidade
(Daniel Ramos Côrtes)
 
Homem de sonhos
(Danielle Souza)
 
O garimpeiro
(Danilo Souza Pelloso)
 
Monologar
(David Iasnogrodski)
 
Lucy
(David Maxsuel)
 
Reconciliação
(Delson Borges de Araujo)
 
Caminhoneiro
(Deomídio Macêdo)
 
POEMA: POETA, POESIA, POETAR
(Deomídio Macêdo)
 
A poesia de Valdeck Almeida de Jesus
(Dhiogo José Caetano)
 
Quando eu crescer, quero ser um Neruda
(Dhiogo José Caetano)
 
Pedofilia algo irracional
(Dhiogo José Caetano)
 
Primeiros Passos
(Dinorá Couto Cançado)
 
No vagão do tempo
(Domingos Alberto Richieri Nuvolari)
 
Ressaca de uma não-torcedora
(Donminique Azevedo)
 
Novidade a Gaúcha
(Ed Carlos Alves de Santana)

Razão e Sentimento
(Eder Aguiar Faria)
 
O filho de Itapicuru
(Edna das Dores de Oliveira Coimbra)
 
Sombras da ribalta
(Edweine Loureiro)
 
Um dia se foi a companheira e filho de Inácio...
(Eliabe G. De Souza)
 
Heróis anônimos
(Elicio Santos do Nascimento)
 

Convento da Penha: Uma Mística e a História
(Eloi Angelos Ghio)
 
IN MEMORIAM
(Eloi Angelos Ghio)

Sossego
(Eric de Almeida Bustamante)
 
Carta aos meus desejos e loucuras
(Erika Pessanha Figueira)
 
Conforme a necessidade do ser ou ter
(Eulália Cristina Costa e Costa)
 
Pureza da solidão
(Everton da Silva Cerqueira)
 
O príncipe bem te vi
(Expedita Araújo)

Ordem na fila
(Fabio Daflon)
 
Sendo mulher
(Fau Ferreira)
 
Pele
(Fernanda Gotuzzo Baldassari)
 
A literatura é uma arte? Uma paixão? Ou ambos?
(Fernando Marques)

Capitã da Areia
(Gabriela Andrade Vitor)
 
Adeus, meu velho!
(Geraldo Trombin)
 
Um novo olhar para o mundo
(Géssica Thais Albuquerque Barros)
 
Te dizer que...
(Gutox Elros Anárion)
 
O verbo omisso
(Helena Barbagelata)
 
Sapatos largados
(Helena Marques)
 
A macua das histórias coloniais
(Helga Rita Custodio Languana)


Decálogo de todo escritor baiano... sonhador
(Hélio José Déstro)
 
O fundo do poço
(Ionita Késia)
 
Uma janela com vista para a poesia
(Isabel Pereira)
 
Situacionalidade
(João Nery Pestana)
 
Com licença poética... um adeus
(José Abbade)
 
O Chumbo
(Medina da Silva)
 
Gregório na praça do inferno.
(Jorge Carrano)
 
O Doador de Flores
(Josué Ramiro Ramalho)
 
Dandarah
(Júlio César Freid'sil)
 
Passar de ano é sinônimo de aprender?
(Jussára C. Godinho)
 
Mágico despertar de Primavera
(Jussára C. Godinho)
 
Crônica da Vida
(Léa Carla Oliveira Belo)
 
Bruno Máriston, o Frasista Poemático
(Leandro de Assis)
 
Desafios do novo autor
(Leandro de Assis)

Poetas pedem socorro
(Leandro Flores)
 
Sim, estou vivo e não quero mais andar de guarda-chuva.
(Leandro Flores)
 
Dirce Saléh 
(Leandro Flores)
 
Reflita um pouco
(Leandro Luiz)
 
O renascer duma escritora
(Lénia de Fátima Nunes Aguiar)
 
Levante do seu caixote
(Livia Torres Gameiro)
 
Senhor Bala e seus casos incríveis - A loira Advogada
(Lucas Gimenez dos Santos)
 
Amor, pisei no ganso!
(Lucas Gois do Nascimento Batista)
 
Liberdade Condicional
(Lucêmio)
 
Cajazeira, mas não da floresta
(Luci Feiten)
 
A Perda
(Lúcia Grespan Rocha)
 
A Prisão de Joana
(Luciana Flora de Freitas)
 
A música acalentando a dor
(Lúcio Mauro Dias)
 
O Casamento e o bar
(Luís Felipe Tonet)
 
Memorial do Inferno
(Luiz Menezes de Miranda)
 
O barquinho de papel
(Maciel Neto)
 
Carta aos Escritores
(Maicon Natan Teixeira)
 
Sobre palavras, amigos, perdas e ganhos
(Marcelo Allgayer Canto)
 
O Silêncio Absoluto
(Marcelo Ambrogi)
 
A Lei Molhada
(Marcelo de Oliveira Souza)
 
Javali
(Maria Cláudia Braga e Oliveira)
 
Legado
(Maria do Socorro de Melo)
 
Em repúdio aos claustros - sob elegia a Junqueira Freire
(Maria Fernanda Reis Esteves)

Na senda dum mundo renovado
(Maria Letra)
 
Original é o poeta que se origina a si mesmo...
(Maria Letra)
 
Contrastes
(Marcia Menezes Sales)
 
Desconstruções
(Marcia Siqueira)
 
...SER NORMAL...
(Marcos Samuel Costa da Conceição)
 
Incompatibilidade semântica
(Maria A. S. Coquemala)
 
O vício da televisão
(Marisa Aparecida Terra)
 
Flores miúdas
(Marli Ribeiro de Freitas)
 
Tarde de verão
(Marne Pimentel)
 
Lembranças
(Marne Pimentel)
 
A casa de areia
(Maurício Henriques)
 
Bienais do Livro – Valem a pena?
(Miriam de Sales)
 
Pedro Paiva
(Morgana Gazel)
 
Odalisca virtual
(Morgana Leal Becker)
 
Despertar
(Nilcemara Pedroso dos Santos)
 
Campanha contra Solteirice feminina
(Nívia Cerqueira)
 
Breve contar
(Noilson Abreu)
 
Por que estudar?
(Nubia Estela Strasbach)
 
Minhas terras
(Otelice Soares)
 
Cena II - A tacada*
(Por Patrícia Smith)
 
Mulheres que pintam os cabelos
(Paulo Medeiros)
 
Nós e os outros
(Paulo Sérgio Medeiros de Jesus)
 
O cidadão de bem
(Paulo Vitor Barbosa dos Santos)
 
Solidariedade. ALENTO de Uma Tragédia!
(Pinho Sannasc)
 
A importância da leitura
(Priscila Monique da Silva Teles)
 
Valeu!
(Regina Aparecida Goes Tarosso)
 
Jônatas O Romântico
(Renata Rimet)
 
O Valdeck
(Renata Rimet)
 
Carlos Souza, revolução em pessoa
(Renata Rimet)
 
Encontro com Anna Karenina
(Renato Benvindo Frata)
 
Quando o olhar se engana
(Richardson Silva de Santa Bárbara)
 
Andorinha Maria
(Rita Pinheiro)
 
Noites do Norte, Mares do Sul (II)
(Romina Quadros Borba)
 
Território individual
(Sarah Holanda Uchôa)
 
Baiano
(Sarah Venturim Lasso)
 
Suíte de carpinteiro
(Saulo Campos)
 
Baiano da porra
(Silvia Helena Machuca)
 
Crônica
(Silvia Maria de Paula Nascimento)
 
Casinha de Sapê
(Soleno Rodrigues de Oliveira)
 
Falando mal do Brasil
(Soleno Rodrigues de Oliveira)
 
Véspera dos trinta
(Tainá Pires)
 
titubeando:
(Tauã)
 
A tia morta
(Undré T)
 
O Desbravador de Talentos
(Varenka de Fátima Araújo)
 
Com que pincel?
(Vera Lúcia Cunha Passos)
 
ODÔ, ODÔ, ODÔ, ODOYÁ!
(Vera Lúcia Cunha Passos)
 
Minha sogra é uma mãe
(Vera Lúcia Cunha Passos)
 
Grades
(Vera Passos)

Águas correntes
(Vera Passos)

A lagarta de fogo
(Vera Passos)
 
Onde está a verdade?
(Veronica Pedrozo de Medeiros)
 
Maridos de ontem e de hoje
(Vó Fia)
 
Sem conto, muito menos fada
(Welington Mariano)
 
O romance está morto... (Henry Miller, trecho de Sexus)
(Zeca São Bernardo)


A Bahia de um certo Jorge
(Zeca São Bernardo)
Valdeck Almeida de Jesus
Enviado por Valdeck Almeida de Jesus em 31/12/2011
Alterado em 12/03/2012
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