Valdeck Almeida de Jesus
O poeta da verdade!
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Estou num poço sem fundo
Entre tantos bochichos
Conversas de pé de ouvido
Disse que disse
E disse que não disse
Desditos e (dez)dicências
(Bem)dicências
E todas as (mal)e(dicências)
Conheço e desconheço
Me afundo nesse mar de gente
E me perco a cada dia
Engolido pelo turbilhão
De pessoas, palavras,
Letras, insinuação,
Metáfora, sentimento,
Rima, trova, pé quebrado,
Verso e reverso,
Que situação!
E me apaixono mais,
Meu peito aberto,
Inflando o coração,
Aonde chegarei, não sei,
Com tanta ânsia, vontade,
Desejo de abrigar a todos e todas
Artistas da palavra,
Que burilam, cozinham,
Fundem e combinam
Alquimia de sentidos
Nesse poço que não se enche
Onde mais se põe poesia,
Mais fundo ele fica,
E me embriaga,
Me apaixono, nem sei...
Se por palavras ou pessoas,
E vou fundo, fundo, fundo...

Salvador, 29 de setembro de 2014
Valdeck Almeida de Jesus
Valdeck Almeida de Jesus
Enviado por Valdeck Almeida de Jesus em 16/11/2014


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