Valdeck Almeida de Jesus
O poeta da verdade!
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Sou o absurdo
Sou o absurdo
O grito revolucionário
Quebro paradigmas
Destruo modelos
Estraçalho símbolos
Em contrapartida
Aponto o horizonte
Sempre mutável
A inconstância da vida
O jogo de luz e sombra
Uma armadilha
Certinha ou padronizada
Louca ou transtornada...
O caminho se abre
Diante de ti
Escolha a direção
Caia no abismo
Se jogue no precipício
Viva e sobreviva
A luta vã
De permanecer
Morrem fortes
Morrem fracos
Ricos e pobres
Mandatários
Submissos
E a vida permanece
Com regulamentos e regimentos
Debatidos, escritos,
Votados, respeitados,
Aprovados, contestados,
Refeitos, submetidos
Ao debate outra vez
E a inconstância da vida
Em sua eterna labuta
Refaz as regras
E nós, meros fantoches,
Seguimos a lida
Na eterna ciranda
De atração e repulsa
Até o infinito que acaba hoje
E recomeça amanhã
Na interminável onda
Do ir e vir
Sem sentido e sem motivo
Até você cerrar os olhos
E apagar da mente
O mundo que criou...

Salvador, 05 de março de 2015
Valdeck Almeida de Jesus
Enviado por Valdeck Almeida de Jesus em 09/03/2015


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