Valdeck Almeida de Jesus
O poeta da verdade!
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Hoje eu vi Exú-Deus
 
Ele caminhava
Em minha frente
Abria cadeados
Mostrava atalhos
Esquivava foices
Hoje eu vi, ouvi, senti...
O cheiro dele em minhas vestes
E ele meneava a cabeça
E significava caminhos
Que eu devia seguir
E eu seguia os rumos
E ouvia o rufar
E ouvia o estrondo
E eu o seguia
Hoje eu vi Deus-Exú
E pedia licença
E silêncio Agô
E caminhava
E viajava
E perguntava a rota
E ele apontava
E encantado
Quando olhei firme
Os olhos dele
Sorriam nos meus
E Ele furta cor
Seguiu seu rumo
E mostrou o meu
E eu sorri
E segui Exú
E Ele se foi
E ficou em mim...
Laroye
 
16.01.2020


Traducción de Silvia Jayo


Hoy vi a Dios-Exú

Caminó, frente a mí,
abrió candados,
mostró atajos,
guadañas esquivadas,
hoy vi, escuché, sentí ...
Su olor en mi túnica,
y él meneo con la cabeza,
y quiso decir, que debía seguir,
y seguí las instrucciones,
y escuché el tamborileo,
y escuché la explosión
Y lo seguí
Hoy vi a Dios-Exú,
y me excusé,
y silencié a su saludo “Agô”,
y caminé, y viajé, y pregunté la ruta, y él señaló
Y encantado, cuando lo miré, sus ojos sonríeron a los míos,
y él iridiscente, siguió su curso, y mostró los míos y sonrío
Y seguí a Exú, y se fue, y se quedó en mí ...
Y lo saludé: “Laroye"
Valdeck Almeida de Jesus
Enviado por Valdeck Almeida de Jesus em 23/01/2020


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